segunda-feira, 4 de abril de 2011



Eu só quero te abraçar, te abraçar bem forte, fechar os meus olhos e sentir como se esse momento jamais fosse acabar. Você não acredita que eu sonho com isso todas as noites? Ou só continua fingindo como se não soubesse que é você de quem eu gosto? Eu quero trazer você pra mim, e passar todos os momentos que eu já planejei ao seu lado, já sonhei todos os minutos com você, já imaginei tudo. Quero meu futuro com você, do jeitinho que eu sei que só com você daria certo, porque eu sei que te amarei até a última batida do meu coração. Eu só preciso sentir você aqui comigo, sentir o cheiro do seu perfume na minha roupa, dormir sentindo o seu toque em mim e mais uma vez sonhar com você com a certeza de que um dia todos esses sonhos serão verdade, e nada do que passei foi em vão.



Não foi o destino, o acaso, muito menos amor a primeira vista. Foi tudo devagar. Me apaixonei pelos seus atos, pelas suas brincadeiras bobas, pelo seu modo de puxar meu cabelo, de me fazer carinho ou fazer cócegas. Pelo seu jeito franco, seu sorriso aberto e seu olhar sincero. E, além de estar junto com você todos os dias, eu quero estar todas as noites. Dormir e acordar ao seu lado, fazer café da manhã pra você, disputar no telefone quem diz o último tchau, cantar suas músicas favoritas, esconder suas roupas, estar do seu lado, brigar contigo mas não aguentar um dia sem falar com você, te fazer ciúmes. Dizer que está tudo acabado, mas ter a certeza de que está só no começo


Já fui chamada de irônica por rir de uma coisa que ninguém riu. Já fui chamada de careta por não querer sair a noite com os amigos para encher a cara. Já fui chamada de ridícula por não gostar de coisas que todo mundo gosta. Já fui chamada de viciada por passar o dia todo no computador, ou por estudar ao em vez de estar fora de casa ficando com todos que aparecem na minha frente. E é assim que eu vou vivendo. Com as pessoas achando que me conhecem por UMA atitude que eu tomei. 


Ele: Vamos ser só amigos?
Ela: Não.
Ele: Você não quer minha amizade?
Ela: Não
Ele: Por que?
Ela: Porque se eu for sua amiga, eu vou ter que te ouvir sempre, e vai doer muito te ouvir falar de alguém que não seja eu, de como você está feliz com outra pessoa e de como você ama essa pessoa. Talvez eu não esteja pronta pra quebrar meu coração mais uma vez antes de conseguir consertar.
Talvez não exista um motivo real e lógico, ou talvez nem exista sequer um motivo, mas, meu Deus!, como você me dói de vez em quando. E como me dói ultimamente. E já não sei mais agir diante da sua indiferença, a não ser com uma indiferença ainda maior.

domingo, 3 de abril de 2011

Eu te amei muito. Nunca disse, como você também não disse, mas acho que você soube. Pena que as grandes e as cucas confusas não saibam amar. Pena também que a gente se envergonhe de dizer, a gente não devia ter vergonha do que é bonito. Penso sempre que um dia a gente vai se encontrar de novo, e que então tudo vai ser mais claro, que não vai mais haver medo nem coisas falsas. Há uma porção de coisas minhas que você não sabe, e que precisaria saber para compreender todas as vezes que fugi de você e voltei e tornei a fugir. São coisas difíceis de serem contadas, mais difíceis talvez de serem compreendidas — se um dia a gente se encontrar de novo, em amor, eu direi delas, caso contrário não será preciso. Essas coisas não pedem resposta nem ressonância alguma em você: eu só queria que você soubesse do muito amor e ternura que eu tinha — e tenho — pra você. Acho que é bom a gente saber que existe desse jeito em alguém, como você existe em mim.